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Ipem-SP verifica radares estáticos destinados à Polícia Rodoviária

O Ipem-SP (Instituto de Pesos e Medidas do Estado de São Paulo), autarquia do Governo do Estado, vinculada à Secretaria da Justiça, e órgão delegado do Inmetro, que tem como objetivo defender o consumidor, realizou na quarta-feira, 30 de março, em Araçoiaba da Serra, cidade situada a 123 km da capital, a verificação periódica de 24 equipamentos medidores de velocidades estáticos, popularmente conhecidos como radares móveis destinados à Polícia Rodoviária de São Paulo. Os instrumentos foram aprovados. 

Diariamente, o Ipem-SP realiza a verificação metrológica dos radares, instrumentos utilizados para medir e registrar velocidade destinados ao monitoramento do trânsito, em todo o Estado de São Paulo. Conforme a Portaria Inmetro 544/2014, é obrigatória a verificação metrológica uma vez por ano ou toda vez que o equipamento passar por reparo.   

A verificação metrológica no radar leva de 20 minutos até uma hora. A ação envolve os fiscais do Ipem-SP e a equipe da empresa responsável pelo instrumento.   

Em caso de chuva, a verificação é cancelada. O cancelamento também pode ocorrer poucas horas antes do agendado, conforme solicitação dos agentes de trânsito ou empresa responsável pelo equipamento.   

Caso o equipamento seja aprovado, recebe um certificado válido por um ano. Quando há reprovação a empresa fabricante é notificada a corrigir o erro.   

Em caso de excesso de velocidade, para aplicação de multas, o equipamento precisa estar verificado pelo Ipem-SP.   

A ação foi realizada pela equipe de fiscalização da regional do Ipem-SP em Sorocaba.  

A verificação metrológica  

O radar, expressão em inglês radio detection and rangig, é um aparelho que localiza objetos a longa distância utilizando ondas eletromagnéticas. Possui antena emissora/receptora de ondas de rádio que se propagam até atingirem o alvo, retornando ao radar. A diferença de tempo de ida e de volta da onda determina a distância ou a velocidade do objeto. Portanto, nem todos os medidores de velocidade que chamamos de “radar” são radares de fato. Veja:  

Medidor por radar propriamente dito: transmite e recebe ondas contínuas na faixa de micro-ondas, propiciando a medição da velocidade do veículo alvo através do efeito Doppler.  

Medidor óptico: projeta um feixe de luz (laser) no veículo alvo, e a medição é feita pelo processamento da energia por ele refletida.  

Medidor de sensores de superfície: utiliza sensores instalados na superfície da via que detectam a passagem do veículo. A medição é feita em função do tempo de passagem do veículo entre dois sensores cuja distância entre eles é fixa e conhecida.  

Em geral, os medidores são constituídos por:  

– Dispositivo de detecção, que identifica as distâncias necessárias para o cálculo da velocidade dos veículos.  

– Dispositivo de medição, constituído por micro processador e software que capta os dados do sistema de detecção e efetua o cálculo da velocidade.  

– Dispositivo de processamento, constituído por um processador e software dedicado ao controle do sistema.  

– Dispositivo de armazenamento, que registra e armazena os dados referente à medição.  

– Dispositivo de registro óptico, constituído por câmera fotográfica ou de vídeo capaz de identificar o veículo.  

Os medidores podem ser fixos, portáteis (tipo pistola), móveis (instalados em veículos em movimento) ou estáticos (sobre suporte que pode ser deslocado de um ponto para outro). No Estado de São Paulo é o Ipem-SP que fiscaliza todos esses instrumentos e verifica se apresentam medições corretas. A verificação dos instrumentos em operação é feita uma vez ao ano (verificação periódica), ou sempre que sofrem manutenção ou transferência de local de instalação (verificação eventual).  

As verificações metrológicas são realizadas com a utilização de uma viatura oficial, dotada de medidor de velocidade de alta precisão previamente calibrado (padrão). Os ensaios são realizados em cinco velocidades diferentes. Após a passagem da viatura pelo medidor, os resultados registrados pelo seu sistema fotográfico são confrontados com os resultados obtidos pelo padrão do Ipem-SP.  

Os medidores aprovados recebem um laudo técnico com validade para um ano. Se forem reprovados, a empresa responsável pelo medidor é autuada e o equipamento é interditado.  

Vale lembrar que para as multas emitidas em função dessas medições serem legítimas, o medidor de velocidade precisa ter sido verificado e aprovado pelo Ipem-SP, e estar dentro do prazo de validade. Para saber se o medidor de velocidade está dentro da validade, acesse o Portal de Serviços do Inmetro nos Estados (PSIE). Acesse https://tinyurl.com/yas4uvds   

Ipem-SP

O Ipem-SP é uma autarquia vinculada à Secretaria da Justiça e Cidadania do Governo do Estado de São Paulo e órgão delegado do Inmetro. Com uma equipe de fiscalização formada por especialistas e técnicos, realiza diariamente, em todo o Estado de São Paulo, operações de fiscalizações rotineiras em balanças, bombas de combustíveis, medidores de pressão arterial, taxímetros, radares, capacetes de motociclistas, brinquedos, cadeiras de carro para crianças, peças de roupa, cama, mesa e banho, botijões de gás, entre outros materiais. É seu papel também proteger o consumidor para que este leve para casa a quantidade exata de produto pela qual pagou. Quem desconfiar ou encontrar irregularidades pode recorrer ao serviço da Ouvidoria, pelo telefone 0800 013 05 22, de segunda a sexta, das 8h às 17h, ou enviar e-mail para: ouvidoria@ipem.sp.gov.br

Fonte: Ipem-SP

CNI pede ao Congresso prioridade para reforma tributária

A CNI (Confederação Nacional da Indústria) apresentou nesta 3ª feira (29.mar.2022) sua agenda legislativa com a PEC 110, da reforma tributária, no topo da lista de prioridades para este ano.

O líder do Governo no Congresso, Eduardo Gomes (MDB-TO), afirmou esperar uma “tramitação célere” da proposta no Senado. Admitiu, contudo, a dificuldade de aprová-la este ano e não disse se o Planalto trabalhará a favor do projeto.

A PEC (proposta de emenda à Constituição) 110/2019 está na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado. O colegiado adiou as últimas tentativas de votação por falta de consenso entre seus integrantes.

Há expectativa de que a CCJ encare enfim a votação da reforma tributária na semana que vem, durante o esforço concentrado que terá a presença da grande maioria dos senadores na Casa.

Um dos principais obstáculos é a orientação partidária do União Brasil e do MDB contra a aprovação da PEC 110.

Para o presidente da CNI, Robson Andrade, a reforma tributária “é importante demais para ser adiada em nome de segmentos que querem manter os privilégios ou conquistas novas vantagens sobre os concorrentes”.

A jornalistas, Gomes afirmou que a base do governo está “trabalhando normalmente” em torno da PEC 110 –sem qualquer esforço especial por sua aprovação, portanto.

“Não quer dizer que [o texto] fique aprovado antes da eleição, mas é importante que se entenda que em outros governos isso não estava sendo nem discutido […] O governo vota e deixa votar”, disse o senador.

Gomes substituiu na cerimônia da CNI o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), que cancelou a ida ao evento.

AGENDA LEGISLATIVA

A CNI também pede em sua agenda legislativa a reabertura do Pert (Programa Especial de Regularização Tributária), que possibilita o parcelamento especial de dívidas com a União com base na redução de faturamento de empresas na pandemia.

Também defende a aprovação do PL (projeto de lei) 414/2021, conhecido como o projeto da modernização do setor elétrico, voltado à expansão do mercado livre de energia elétrica e à reestruturação da concessão de subsídios.

Outro destaque da lista de prioridades da CNI a regulamentação do mercado de carbono (PL 528/2021). O texto trata da integração entre o mercado regulado e o voluntário de emissões e reduções de carbono.

Para os industriais, sua aprovação permitiria a integração econômica internacional e atrairia investimentos em tecnologia e conservação “importantes para o país cumprir seus compromissos internacionais com vistas à economia de baixo carbono”.

Fonte: Poder 360

Ipem-SP verifica medidores de volume utilizados em postos de combustíveis

O Ipem-SP (Instituto de Pesos e Medidas do Estado de São Paulo), autarquia do Governo do Estado, vinculada à Secretaria da Justiça, e órgão delegado do Inmetro, que tem como objetivo defender o consumidor, realizou na segunda-feira, 28 de março, a verificação inicial de 50 medidores de volume, popularmente conhecidos como aferidores, utilizados em postos de combustíveis, na Lúpus, empresa localizada em Cerquilho, cidade situada a 143 km

O medidor de volume precisa ter modelo aprovado pelo Inmetro. Quando a verificação é feita no fabricante, denomina-se verificação inicial. A cada 12 meses deve ser feita a verificação subsequente em campo, no posto de combustível ou encaminhado o instrumento para o laboratório do Ipem-SP. No caso das oficinas de manutenção a verificação é semestral, conforme determina a portaria Inmetro nº 285/2018

Os postos de combustíveis devem ter, conforme a legislação, um medidor de volume para uso do consumidor com a finalidade de verificar o funcionamento correto das bombas medidoras.

O serviço da verificação do Ipem-SP em medidor de volume é utilizado por oficinas de manutenção de bombas de combustíveis e empresas de petróleo.

Nesse ano, de janeiro a 20 de março, o Ipem-SP verificou 777 medidores de volume no fabricante, 2.517 na verificação periódica e 11 verificações após reparo. Em 2021, durante a pandemia, foram verificados 10.677 medidores de volume no fabricante, 9.746 durante a verificação periódica e 183 verificações após reparo.

A ação foi realizada pela equipe de fiscalização da regional do instituto em Piracicaba.  

Ipem-SP

O Ipem-SP é uma autarquia vinculada à Secretaria da Justiça e Cidadania do Governo do Estado de São Paulo e órgão delegado do Inmetro. Com uma equipe de fiscalização formada por especialistas e técnicos, realiza diariamente, em todo o Estado de São Paulo, operações de fiscalizações rotineiras em balanças, bombas de combustíveis, medidores de pressão arterial, taxímetros, radares, capacetes de motociclistas, brinquedos, cadeiras de carro para crianças, peças de roupa, cama, mesa e banho, botijões de gás, entre outros materiais. É seu papel também proteger o consumidor para que este leve para casa a quantidade exata de produto pela qual pagou. Quem desconfiar ou encontrar irregularidades pode recorrer ao serviço da Ouvidoria, pelo telefone 0800 013 05 22, de segunda a sexta, das 8h às 17h, ou enviar e-mail para: ouvidoria@ipem.sp.gov.br

Fonte: Ipem-SP

Ipem-SP verifica pesos padrão para indústria e oficinas de manutenção de balanças

O Ipem-SP (Instituto de Pesos e Medidas do Estado de São Paulo), autarquia do Governo, vinculada à Secretaria da Justiça, e órgão delegado do Inmetro, realizou na sexta-feira, 25 de março, a verificação inicial de 24 pesos padrão para balanças na fábrica da Toledo do Brasil Indústria de Balanças Ltda, localizada em São Bernardo do Campo, cidade da Região Metropolitana da capital, localizada a 22 km de São Paulo.

O Ipem-SP tem equipes de plantão para atendimento imediato de fabricantes de diversos instrumentos ligados à saúde, inclusive, na verificação de pesos padrão utilizados nas indústrias farmacêuticas e químicas.

Os pesos padrão são instrumentos denominados balizadores e têm a finalidade de validar balanças e outros pesos em laboratórios.  

A verificação inicial dos pesos padrão é relevante devido ao uso desses instrumentos nas seguintes situações:  

– nos casos que necessitam de medições mais precisas, como as realizadas pelas indústrias farmacêuticas e químicas. Nestes setores, os pesos são usados como padrão referência em balanças para conferência, muitas vezes de forma diária, para verificar se as pesagens estão corretas. 

– oficinas de manutenção de balanças: os pesos são usados para verificar se o instrumento, após o devido reparo, está realizando a pesagem corretamente.  

Ipem-SP

O Ipem-SP é uma autarquia vinculada à Secretaria da Justiça e Cidadania do Governo do Estado de São Paulo e órgão delegado do Inmetro. Com uma equipe de fiscalização formada por especialistas e técnicos, realiza diariamente, em todo o Estado de São Paulo, operações de fiscalizações rotineiras em balanças, bombas de combustíveis, medidores de pressão arterial, taxímetros, radares, capacetes de motociclistas, brinquedos, cadeiras de carro para crianças, peças de roupa, cama, mesa e banho, botijões de gás, entre outros materiais. É seu papel também proteger o consumidor para que este leve para casa a quantidade exata de produto pela qual pagou. Quem desconfiar ou encontrar irregularidades pode recorrer ao serviço da Ouvidoria, pelo telefone 0800 013 05 22, de segunda a sexta, das 8h às 17h, ou enviar e-mail para: ouvidoria@ipem.sp.gov.br

Fonte: Ipem-SP

Governo estuda mudanças nas regras do seguro-desemprego

O número de acessos ao seguro-desemprego representa uma alta despesa governamental mesmo com a redução da taxa de desocupados no país. A questão vem sendo tema de debates no governo federal. Com parcela mínima de R$ 1.212 e máxima de R$ 2.106, tanto o governo quanto especialistas admitem que as atuais regras desse benefício estimulam o acesso ao programa repetidas vezes por trabalhadores, que também optam pela informalidade, em vez de funcionar como “colchão de choque” para que eles retornem ao mercado de trabalho.

No primeiro bimestre deste ano, o governo brasileiro gastou R$ 2,5 bilhões com pagamentos a trabalhadores que solicitaram o seguro-desemprego. Até dezembro de 2022, a previsão de gastos com essa rubrica é de R$ 41,7 bilhões em 2022, frente aos R$ 31,8 bilhões do ano passado.

De acordo com informações do secretário do Trabalho do Ministério do Trabalho e Emprego, Luis Felipe Oliveira, no período de aquecimento da economia, com admissões e desligamentos mais constantes, a volatilidade é esperada. Mas a permanência dos desempregados no uso das parcelas incomoda os economistas do governo.

“Naturalmente, com a economia mais aquecida, há aumento de desligamentos e isso traz mais pedidos de seguro-desemprego. Mas o que nos chama atenção é o tempo de permanência do trabalhador nas cinco parcelas”, explica o secretário. O problema, segundo Oliveira, está no modelo adotado pelo governo brasileiro. “Se o trabalhador formaliza um contrato, ele perde o direito às parcelas. Portanto, há um incentivo muito grande para que permaneça no seguro-desemprego e some a isso uma atividade informal”, avalia.

O trabalhador demitido sem justa causa tem direito a, no mínimo, três e, no máximo, cinco parcelas do seguro-desemprego. Em 2021, conforme dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), foram feitos 6.087.675 requerimentos, dado 10,3% inferior ao de 2020, quando ocorreram 6.784.120 de pedidos.

No artigo “Evidências sobre Manipulação de Regra e Risco Moral no Programa Seguro-Desemprego Brasileiro”, apresentado em caderno da Associação Nacional dos Centros de Pós-Graduação em Economia, os economistas e pesquisadores Gibran Teixeira, da Universidade Federal do Rio Grande (FURG), e Giácomo Balbinotto Neto, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), apontam que os trabalhadores são incentivados a permanecer nos postos de trabalho até a obtenção do direito ao seguro-desemprego, ou seja, após os seis meses de contratação pelas regras celetistas.

“Ao analisar os resultados para a manipulação de regra, evidenciou-se que, tanto para os chefes, quanto cônjuges e filhos, existe a manipulação de permanência no emprego com base no tempo mínimo necessário ao recebimento do benefício seguro-desemprego”, dizem os pesquisadores no estudo publicado em 2017.

“Este fato revela que os trabalhadores brasileiros sofrem influência do programa no tempo de permanência no emprego. Assim, o benefício estaria incentivando a rotatividade no mercado de trabalho brasileiro, o que fortalece o baixo incentivo pelas empresas em investirem em capital humano e, com isto, gera-se a baixa produtividade média do trabalhador nacional”, afirma Balbinotto Neto.

Assim, o seguro-desemprego surte efeito inverso e corresponde a um período em que o trabalhador não procura emprego. Para Gibran Teixeira, o problema do seguro-desemprego é o seu isolamento ou distanciamento das demais políticas de reinserção do trabalhador ao mercado. “Pelo que tenho visto no mundo, acredito que o seguro-desemprego brasileiro precisa fomentar a qualificação profissional e estar totalmente integrado com agências de inserção profissional, como o Sine (Sistema Nacional de Emprego)”, aponta.

O Sine é um órgão do governo federal do Brasil, coordenado pelo Ministério da Economia, por intermédio da secretaria especial de Produtividade, Emprego e Competitividade. “Isso daria maior probabilidade de reinserção do segurado no mercado de trabalho, além de reduzir o gasto com o programa”, acrescenta Teixeira.

Porém, o pesquisador aponta que é necessário melhorar a fiscalização do programa para combinar requalificação profissional com “casamento” de agências de inserção no mercado de trabalho e monitoramento para evitar fraudes. “Isso também precisa de um maior monitoramento, para não haver a possibilidade do trabalhador se inserir no emprego, de modo informal e continuar a receber o benefício.”

Confisco

O governo tem procurado alternativas em reuniões interministeriais das pastas ligadas a emprego e renda. Recentemente, estudo encomendado pelo Ministério do Trabalho e Previdência ao Grupo de Altos Estudos do Trabalho (Gaet) propôs que o governo federal se aproprie da multa do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), que hoje é paga diretamente ao trabalhador demitido sem justa causa. O recurso seria utilizado para apoiar quem ganha até um salário mínimo e meio por mês.

A medida impactaria diretamente o seguro-desemprego, que deixaria de existir. Assim, em vez de pagar a quem for desligado do emprego, como é hoje, o empregador repassaria o valor dessa multa para o governo.

O dinheiro seria, então, destinado ao Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) e, de lá, abasteceria as contas individuais do Fundo de Garantia de empregados com salário mensal inferior a um mínimo e meio. A correção dessa poupança seria de acordo com os índices praticados no mercado.

Se fosse demitido, o trabalhador poderia sacar mensalmente o equivalente ao valor do salário que recebia quando estava empregado, respeitado o teto de cinco salários mínimos.

Fonte: Diário de Pernambuco

Ipem-SP realizará verificação de radares na Marginal Tietê

O Ipem-SP (Instituto de Pesos e Medidas do Estado de São Paulo), autarquia do Governo do Estado, vinculada à Secretaria da Justiça, e órgão delegado do Inmetro, fará verificação metrológica nos dias 28 e 29 de março, a partir das 23h30, nos radares instalados em diversos pontos na Marginal Tietê. Serão eles:

28 de março (segunda-feira)

– Marginal Tietê, pista expressa, sentido Castelo Branco/Ayrton Senna, próximo da ponte Piqueri;

– Marginal Tietê, pista expressa, sentido Castelo Branco/Ayrton Senna, próximo do km 1,5.

29 de março (terça-feira)

– Marginal Tietê, pista central, sentido Castelo Branco/Ayrton Senna, próximo do km 5;

– Marginal Tietê, pista expressa, sentido Ayrton Senna/Castelo Branco, próximo do km 12;

Diariamente, o Ipem-SP realiza a verificação metrológica dos radares, instrumentos utilizados para medir e registrar velocidade destinados ao monitoramento do trânsito, em todo o Estado de São Paulo. Conforme a Portaria Inmetro 544/2014, é obrigatória a verificação metrológica uma vez por ano ou toda vez que o equipamento passar por reparo.   

A verificação metrológica no radar leva de 20 minutos até uma hora. A ação envolve os fiscais do Ipem-SP e a equipe da empresa responsável pelo instrumento.

Em caso de chuva, a verificação é cancelada. O cancelamento também pode ocorrer poucas horas antes do agendado, conforme solicitação dos agentes de trânsito ou empresa responsável pelo equipamento.   

Caso o equipamento seja aprovado, recebe um certificado válido por um ano. Quando há reprovação a empresa fabricante é notificada a corrigir o erro.   

Em caso de excesso de velocidade, para aplicação de multas, o equipamento precisa estar verificado pelo Ipem-SP.     

A ação será realizada pela equipe de fiscalização da regional do instituto da zona oeste da capital.

Interessados em acompanhar a verificação dos radares devem acionar a Assessoria de Imprensa do instituto.   

A verificação metrológica   

O radar, expressão em inglês radio detection and rangig, é um aparelho que localiza objetos a longa distância utilizando ondas eletromagnéticas. Possui antena emissora/receptora de ondas de rádio que se propagam até atingirem o alvo, retornando ao radar. A diferença de tempo de ida e de volta da onda determina a distância ou a velocidade do objeto. Portanto, nem todos os medidores de velocidade que chamamos de “radar” são radares de fato. Veja:   

Medidor por radar propriamente dito: transmite e recebe ondas contínuas na faixa de micro-ondas, propiciando a medição da velocidade do veículo alvo através do efeito Doppler.   

Medidor óptico: projeta um feixe de luz (laser) no veículo alvo, e a medição é feita pelo processamento da energia por ele refletida.   

Medidor de sensores de superfície: utiliza sensores instalados na superfície da via que detectam a passagem do veículo. A medição é feita em função do tempo de passagem do veículo entre dois sensores cuja distância entre eles é fixa e conhecida.   

Em geral, os medidores são constituídos por:   

– Dispositivo de detecção, que identifica as distâncias necessárias para o cálculo da velocidade dos veículos.   

– Dispositivo de medição, constituído por micro processador e software que capta os dados do sistema de detecção e efetua o cálculo da velocidade.   

– Dispositivo de processamento, constituído por um processador e software dedicado ao controle do sistema.   

– Dispositivo de armazenamento, que registra e armazena os dados referente à medição.  

– Dispositivo de registro óptico, constituído por câmera fotográfica ou de vídeo capaz de identificar o veículo.   

Os medidores podem ser fixos, portáteis (tipo pistola), móveis (instalados em veículos em movimento) ou estáticos (sobre suporte que pode ser deslocado de um ponto para outro). No Estado de São Paulo é o Ipem-SP que fiscaliza todos esses instrumentos e verifica se apresentam medições corretas. A verificação dos instrumentos em operação é feita uma vez ao ano (verificação periódica), ou sempre que sofrem manutenção ou transferência de local de instalação (verificação eventual).   

As verificações metrológicas são realizadas com a utilização de uma viatura oficial, dotada de medidor de velocidade de alta precisão previamente calibrado (padrão). Os ensaios são realizados em cinco velocidades diferentes. Após a passagem da viatura pelo medidor, os resultados registrados pelo seu sistema fotográfico são confrontados com os resultados obtidos pelo padrão do Ipem-SP.   

Os medidores aprovados recebem um laudo técnico com validade para um ano. Se forem reprovados, a empresa responsável pelo medidor é autuada e o equipamento é interditado.   

Vale lembrar que para as multas emitidas em função dessas medições serem legítimas, o medidor de velocidade precisa ter sido verificado e aprovado pelo Ipem-SP, e estar dentro do prazo de validade. Para saber se o medidor de velocidade está dentro da validade, acesse o Portal de Serviços do Inmetro nos Estados (PSIE). Acesse https://servicos.rbmlq.gov.br/

Ipem-SP

O Ipem-SP é uma autarquia vinculada à Secretaria da Justiça e Cidadania do Governo do Estado de São Paulo e órgão delegado do Inmetro. Com uma equipe de fiscalização formada por especialistas e técnicos, realiza diariamente, em todo o Estado de São Paulo, operações de fiscalizações rotineiras em balanças, bombas de combustíveis, medidores de pressão arterial, taxímetros, radares, capacetes de motociclistas, brinquedos, cadeiras de carro para crianças, peças de roupa, cama, mesa e banho, botijões de gás, entre outros materiais. É seu papel também proteger o consumidor para que este leve para casa a quantidade exata de produto pela qual pagou. Quem desconfiar ou encontrar irregularidades pode recorrer ao serviço da Ouvidoria, pelo telefone 0800 013 05 22, de segunda a sexta, das 8h às 17h, ou enviar e-mail para: ouvidoria@ipem.sp.gov.br

Fonte: Ipem-SP

Presidente do BC projeta fim da alta dos juros e deixa o mercado otimista

Roberto Campos Neto, presidente do Banco Central (BC), trouxe otimismo ao mercado brasileiro na quinta-feira (24), ao anunciar que a elevação de um ponto percentual da taxa Selic —a taxa básica de juros— projetada para o mês de maio, pode selar o fim do atual ciclo de alta dos juros no Brasil.

De acordo com Campos Neto, uma nova alta da Selic na reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) em junho não é o cenário mais provável, o que significa que a taxa deve encerrar 2022 no patamar de 12,75% ao ano.

Entretanto, o BC reconhece que a inflação deve fechar o ano em 7,1%, acima do teto da meta, de 5%. Além disso, mesmo que os preços do petróleo e seus derivados recuem, o banco avalia que há 97% de risco de a inflação ultrapassar o teto da meta.

Para Campos Neto, o foco no momento é fazer com que o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) —indicador que mede a inflação ao consumidor brasileiro— convirja para a meta em 2023, uma vez que o cenário para 2022 tem se revelado altamente volátil e imprevisível.

Contudo, o banqueiro central não descarta uma retomada da alta dos juros em caso de um novo choque inflacionário decorrente do agravamento das tensões no cenário internacional.

O mercado brasileiro de ações reagiu positivamente à notícia, e o Ibovespa, principal índice de ações da B3, fechou o pregão da véspera em alta de 1,35%, aos 119.053 pontos. A imprevisibilidade acerca de até onde se estenderia a alta dos juros vinha sendo um fator de atenção para os investidores, limitando os ganhos de muitas ações, especialmente daquelas ligadas ao varejo e à tecnologia.

O motivo para tanta incerteza é que, com juros mais altos, operações de crédito se tornam mais caras, desestimulando tanto o consumo quanto a tomada de empréstimos pelas empresas para realizar investimentos. Assim, empresas que dependem de um mercado consumidor aquecido ou que dependem muito do crédito tendem a apresentar resultados mais fracos quando a Selic sobe.

Sabendo até quando os juros devem subir, a organização das finanças fica mais fácil tanto para empresas quanto para consumidores, e os cenários de médio e longo prazo tornam-se um pouco mais previsíveis.

Fonte: Uol notícias

Ipem-SP verifica radar na rodovia Anhanguera

O Ipem-SP (Instituto de Pesos e Medidas do Estado de São Paulo), autarquia do Governo do Estado, vinculada à Secretaria da Justiça, e órgão delegado do Inmetro, realizou verificação metrológica na terça-feira, 22 de março, no radar instalado na praça de pedágio da rodovia Anhanguera (SP 330), km 253, em Santa Rita do Passa Quatro, cidade localizada a 253 km da capital. O instrumento foi aprovado.

Diariamente, o Ipem-SP realiza a verificação metrológica dos radares, instrumentos utilizados para medir e registrar velocidade destinados ao monitoramento do trânsito, em todo o Estado de São Paulo. Conforme a Portaria Inmetro 544/2014, é obrigatória a verificação metrológica uma vez por ano ou toda vez que o equipamento passar por reparo.

A verificação metrológica no radar leva de 20 minutos até uma hora. A ação envolve os fiscais do Ipem-SP e a equipe da empresa responsável pelo instrumento.

Em caso de chuva, a verificação é cancelada. O cancelamento também pode ocorrer poucas horas antes do agendado, conforme solicitação dos agentes de trânsito ou empresa responsável pelo equipamento.

Caso o equipamento seja aprovado, recebe um certificado válido por um ano. Quando há reprovação a empresa fabricante é notificada a corrigir o erro.

Em caso de excesso de velocidade, para aplicação de multas, o equipamento precisa estar verificado pelo Ipem-SP.

A ação foi realizada pela equipe de fiscalização da regional do instituto em Ribeirão Preto.

A verificação metrológica

O radar, expressão em inglês radio detection and rangig, é um aparelho que localiza objetos a longa distância utilizando ondas eletromagnéticas. Possui antena emissora/receptora de ondas de rádio que se propagam até atingirem o alvo, retornando ao radar. A diferença de tempo de ida e de volta da onda determina a distância ou a velocidade do objeto. Portanto, nem todos os medidores de velocidade que chamamos de “radar” são radares de fato. Veja:

Medidor por radar propriamente dito: transmite e recebe ondas contínuas na faixa de micro-ondas, propiciando a medição da velocidade do veículo alvo através do efeito Doppler.

Medidor óptico: projeta um feixe de luz (laser) no veículo alvo, e a medição é feita pelo processamento da energia por ele refletida.

Medidor de sensores de superfície: utiliza sensores instalados na superfície da via que detectam a passagem do veículo. A medição é feita em função do tempo de passagem do veículo entre dois sensores cuja distância entre eles é fixa e conhecida.

Em geral, os medidores são constituídos por:

– Dispositivo de detecção, que identifica as distâncias necessárias para o cálculo da velocidade dos veículos.

– Dispositivo de medição, constituído por micro processador e software que capta os dados do sistema de detecção e efetua o cálculo da velocidade.

– Dispositivo de processamento, constituído por um processador e software dedicado ao controle do sistema.

– Dispositivo de armazenamento, que registra e armazena os dados referente à medição.

– Dispositivo de registro óptico, constituído por câmera fotográfica ou de vídeo capaz de identificar o veículo.

Os medidores podem ser fixos, portáteis (tipo pistola), móveis (instalados em veículos em movimento) ou estáticos (sobre suporte que pode ser deslocado de um ponto para outro). No Estado de São Paulo é o Ipem-SP que fiscaliza todos esses instrumentos e verifica se apresentam medições corretas. A verificação dos instrumentos em operação é feita uma vez ao ano (verificação periódica), ou sempre que sofrem manutenção ou transferência de local de instalação (verificação eventual).

As verificações metrológicas são realizadas com a utilização de uma viatura oficial, dotada de medidor de velocidade de alta precisão previamente calibrado (padrão). Os ensaios são realizados em cinco velocidades diferentes. Após a passagem da viatura pelo medidor, os resultados registrados pelo seu sistema fotográfico são confrontados com os resultados obtidos pelo padrão do Ipem-SP.

Os medidores aprovados recebem um laudo técnico com validade para um ano. Se forem reprovados, a empresa responsável pelo medidor é autuada e o equipamento é interditado.

Vale lembrar que para as multas emitidas em função dessas medições serem legítimas, o medidor de velocidade precisa ter sido verificado e aprovado pelo Ipem-SP, e estar dentro do prazo de validade. Para saber se o medidor de velocidade está dentro da validade, acesse o Portal de Serviços do Inmetro nos Estados (PSIE). Acesse https://tinyurl.com/yas4uvds

Ipem-SP

O Ipem-SP é uma autarquia vinculada à Secretaria da Justiça e Cidadania do Governo do Estado de São Paulo e órgão delegado do Inmetro. Com uma equipe de fiscalização formada por especialistas e técnicos, realiza diariamente, em todo o Estado de São Paulo, operações de fiscalizações rotineiras em balanças, bombas de combustíveis, medidores de pressão arterial, taxímetros, radares, capacetes de motociclistas, brinquedos, cadeiras de carro para crianças, peças de roupa, cama, mesa e banho, botijões de gás, entre outros materiais. É seu papel também proteger o consumidor para que este leve para casa a quantidade exata de produto pela qual pagou. Quem desconfiar ou encontrar irregularidades pode recorrer ao serviço da Ouvidoria, pelo telefone 0800 013 05 22, de segunda a sexta, das 8h às 17h, ou enviar e-mail para: ouvidoria@ipem.sp.gov.br

Fonte: Ipem-SP

Reforma tributária não sai em 2022

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta segunda-feira que a reforma tributária, uma das propostas de seu governo, não deve avançar este ano, mas considera que talvez seja possível aprovar a reforma administrativa.

Em entrevista a TV Jovem Pan, o presidente afirmou que conseguir aprovar as mudanças para os servidores seria “um grande avanço”, mas acrescentou que no caso da tributária seria “difícil andar”, especialmente em um ano eleitoral.

Ambas as propostas estão paradas no Congresso. No caso da proposta tributária, há mais de um projeto concorrente, que ainda estão nas comissões tanto da Câmara dos Deputados quanto do Senado.

Fonte: Estadão

Ipem-SP verifica taxímetros no fabricante

O Ipem-SP (Instituto de Pesos e Medidas do Estado de São Paulo), autarquia do Governo, vinculada à Secretaria da Justiça, e órgão delegado do Inmetro, realizou na segunda-feira, 21 de março, a verificação inicial de 30 taxímetros fabricadas pela UEL em Cerquilho, cidade situada a 143 km da capital. 

Na fábrica, a equipe do Ipem-SP realiza o Exame de Conformidade de Modelo Aprovado. Na ocasião, é feita a verificação da conformidade do instrumento às características de construção descritas na portaria de aprovação de modelo baixada pelo Inmetro, e específica para o modelo inspecionado.  

Na sequência são realizados os Ensaios de Medição. O taxímetro é submetido aos ensaios de determinação de erros de medição, utilizando-se para isso padrões rastreados ao Inmetro.  

O serviço é realizado conforme determina a portaria Inmetro 201/2002.  

A ação foi realizada pela equipe de fiscalização da regional do instituto em Piracicaba.  

Ipem-SP

O Ipem-SP é uma autarquia vinculada à Secretaria da Justiça e Cidadania do Governo do Estado de São Paulo e órgão delegado do Inmetro. Com uma equipe de fiscalização formada por especialistas e técnicos, realiza diariamente, em todo o Estado de São Paulo, operações de fiscalizações rotineiras em balanças, bombas de combustíveis, medidores de pressão arterial, taxímetros, radares, capacetes de motociclistas, brinquedos, cadeiras de carro para crianças, peças de roupa, cama, mesa e banho, botijões de gás, entre outros materiais. É seu papel também proteger o consumidor para que este leve para casa a quantidade exata de produto pela qual pagou. Quem desconfiar ou encontrar irregularidades pode recorrer ao serviço da Ouvidoria, pelo telefone 0800 013 05 22, de segunda a sexta, das 8h às 17h, ou enviar e-mail para: ouvidoria@ipem.sp.gov.br

Fonte: Ipem-SP

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