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Ipem-SP verifica aparelhos de medir pressão arterial em Itupeva

O Ipem-SP (Instituto de Pesos e Medidas do Estado de São Paulo), autarquia do Governo do Estado, vinculada à Secretaria da Justiça, e órgão delegado do Inmetro, que tem como objetivo defender o consumidor, realizou nesta sexta-feira, 30 de julho, a verificação inicial de 6.008 esfigmomanômetros hospitalares, aparelhos popularmente conhecidos como medidores de pressão arterial, destinados aos hospitais do país. A verificação ocorreu na sede da Cbemed, fabricante e distribuidora de produtos médicos hospitalares, localizada em Itupeva, cidade a 60 km da capital. Os instrumentos foram aprovados.

Os esfigmomanômetros são aparelhos de alta precisão, e devem passar por verificação anual, segundo a legislação pertinente. O aparelho é regulamentado no Brasil pelo Instituto Nacional de Metrologia e Qualidade (Inmetro), sendo que cada modelo conta com uma portaria de aprovação, que deve constar no aparelho. Em São Paulo, a verificação é realizada pelo Ipem-SP. 

Antes de ser comercializado, todo medidor de pressão arterial é submetido a ensaios no fabricante, para verificar se está medindo corretamente, a ação é denominada de verificação inicial. O aparelho precisa ser verificado periodicamente, para que sejam mantidas as características de precisão adequadas. Isso é necessário porque o esfigmomanômetro desregula com o tempo e com o uso, e pode passar a apresentar medições erradas. 

Em 2020 foram verificados 10.159 aparelhos de medir pressão arterial em hospitais e clínicas, e 198.628 na verificação inicial, em fabricantes e importadores destes instrumentos. Também foram autorizadas a comercialização de 651.465 esfigmomanômetros por autoverificação dos fabricantes. 

A ação é realizada pela equipe de fiscalização da regional do instituto em Sorocaba. 

A verificação de esfigmomanômetros 

Regulamentado pelo Inmetro, o esfigmomanômetro deve ser verificado anualmente, a ação é obrigatória, assegurando a conformidade com as normas. Os instrumentos que são encontrados sem modelo de aprovação devem ser retirados do mercado, e não devem ser utilizados. 

O Ipem-SP realiza a verificação e fixa no aparelho a etiqueta com a referência ao ano seguinte. Quando a ação é realizada na fábrica, as equipes do instituto fixam a etiqueta “verificação inicial”, estando o instrumento sujeito a verificação subsequente a qualquer momento após a colocação em uso. Os aparelhos verificados neste ano recebem o selo do Inmetro com referência ao ano de 2021. 

Para verificação periódica, os esfigmomanômetros devem ser encaminhados ao Ipem-SP, por meio das suas regionais em todo o Estado de São Paulo. Nos laboratórios, o instrumento é verificado através de aparelho padrão de pressão para ver se a medição está correta. Essa verificação tem como finalidade garantir a confiabilidade das medições, e, como consequência, resguardar a saúde do cidadão. 

Nos casos em que o instrumento é reprovado, o equipamento deve ser encaminhado para reparo em uma oficina credenciada pelo Ipem-SP. Após o conserto, deve ser novamente conferido, se aprovado é afixada a marca de verificação do exercício para o ano subsequente. Esta marca pode ser conferida pelo cidadão, que no caso de não estar presente, ou com referência aos anos anteriores, deve solicitar a utilização de um esfigmomanômetro com o selo do Inmetro atualizado. 

O Ipem-SP recomenda aos profissionais da área de saúde, sobretudo aos médicos, que fiquem atentos quanto à verificação periódica do medidor de pressão arterial. Esfigmomanômetro desregulado pode falsear o diagnóstico médico e colocar em risco a saúde do paciente. 

Projeto de pesquisa 

O Ipem-SP e o Inmetro concluíram em dezembro de 2019 um projeto de pesquisa financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), intitulado “Proposta de ensaio de proficiência aplicado à acreditação no âmbito da metrologia legal na medição de pressão arterial”.  

Este projeto objetivou analisar o desempenho de empresas autoverificadoras de esfigmomanômetros de forma a garantir que tais equipamentos não sejam colocados no mercado em desacordo com a regulamentação, neste caso podendo impactar negativamente na saúde humana. 

O projeto, iniciado em 2017, permitiu ao Ipem-SP, por meio do Laboratório de Pressão do Departamento de Metrologia Científica e Industrial do Ipem-SP, capacitar-se em prover ensaios de proficiência para empresas que realizam autoverificação de esfigmomanômetros. Através dos ensaios de proficiência, é possível monitorar o desempenho de cada uma das empresas nas etapas de verificação inicial de esfigmomanômetros. Empresas que obtiverem desempenho insatisfatório terão de implementar ações para corrigir o problema, sob pena máxima de perda da acreditação e da autorização para autoverificação. 

Fonte: Ipem-SP

Ipem-SP verifica balança de pesagem de eixo em São Bernardo do Campo

O Ipem-SP (Instituto de Pesos e Medidas do Estado de São Paulo), autarquia do Governo, vinculada à Secretaria da Justiça, e órgão delegado do Inmetro, realizou nesta sexta-feira, 30 de julho, a verificação inicial de uma balança especial de pesagem de eixo, na Toledo do Brasil, em São Bernardo do Campo, cidade da Região Metropolitana de São Paulo.

Na fábrica, a equipe do Ipem-SP realizou o Exame de Conformidade de Modelo Aprovado. Na ocasião, foi feita a verificação da conformidade do instrumento às características de construção descritas na portaria de aprovação de modelo baixada pelo Inmetro, e específica para o modelo inspecionado. 

Na sequência foram realizados os Ensaios de Medição. A balança é submetida aos ensaios de determinação de erros de medição, utilizando-se para isso padrões rastreados ao Inmetro. 

Sempre que um instrumento de medição é verificado e aprovado, recebe uma marca de verificação inicial. Recebe também uma marca de selagem, (selo de material plástico contendo o símbolo do Inmetro) objetivando garantir a inviolabilidade do instrumento. 

Em 2020, o Ipem-SP verificou no comércio 105.441 balanças, e na verificação inicial, no fabricante ou importador, 144.552, e autorizou por meio da declaração do fabricante a comercialização de 87.446. 

A ação foi realizada pela equipe de fiscalização da regional do instituto em Santo André. 

Fonte: Ipem-SP

Ipem-SP verifica radar no Jardim Peri, zona norte da capital

O Ipem-SP (Instituto de Pesos e Medidas do Estado de São Paulo), autarquia do Governo do Estado, vinculada à Secretaria da Justiça, e órgão delegado do Inmetro, realizou verificação metrológica na quinta-feira, 29 de julho, no radar instalado na Avenida Mariana Calagiori Ronchetti, no Jardim Peri, zona norte da capital. O instrumento foi aprovado.

Diariamente, o Ipem-SP realiza a verificação metrológica dos radares, instrumentos utilizados para medir e registrar velocidade destinados ao monitoramento do trânsito, em todo o Estado de São Paulo. Conforme a Portaria Inmetro 544/2014, é obrigatória a verificação metrológica uma vez por ano ou toda vez que o equipamento passar por reparo.  

A verificação metrológica no radar leva de 20 minutos até uma hora. A ação envolve os fiscais do Ipem-SP e a equipe da empresa responsável pelo instrumento.  

Em caso de chuva, a verificação é cancelada. O cancelamento também pode ocorrer poucas horas antes do agendado, conforme solicitação dos agentes de trânsito ou empresa responsável pelo equipamento.  

Caso o equipamento seja aprovado, recebe um certificado válido por um ano. Quando há reprovação a empresa fabricante é notificada a corrigir o erro.  

Em caso de excesso de velocidade, para aplicação de multas, o equipamento precisa estar verificado pelo Ipem-SP.  

A ação foi realizada pela equipe de fiscalização da regional do instituto na zona norte da capital.

A verificação metrológica 

O radar, expressão em inglês radio detection and rangig, é um aparelho que localiza objetos a longa distância utilizando ondas eletromagnéticas. Possui antena emissora/receptora de ondas de rádio que se propagam até atingirem o alvo, retornando ao radar. A diferença de tempo de ida e de volta da onda determina a distância ou a velocidade do objeto. Portanto, nem todos os medidores de velocidade que chamamos de “radar” são radares de fato. Veja: 

Medidor por radar propriamente dito: transmite e recebe ondas contínuas na faixa de micro-ondas, propiciando a medição da velocidade do veículo alvo através do efeito Doppler. 

Medidor óptico: projeta um feixe de luz (laser) no veículo alvo, e a medição é feita pelo processamento da energia por ele refletida. 

Medidor de sensores de superfície: utiliza sensores instalados na superfície da via que detectam a passagem do veículo. A medição é feita em função do tempo de passagem do veículo entre dois sensores cuja distância entre eles é fixa e conhecida. 

Em geral, os medidores são constituídos por: 

– Dispositivo de detecção, que identifica as distâncias necessárias para o cálculo da velocidade dos veículos. 

– Dispositivo de medição, constituído por micro processador e software que capta os dados do sistema de detecção e efetua o cálculo da velocidade. 

– Dispositivo de processamento, constituído por um processador e software dedicado ao controle do sistema. 

– Dispositivo de armazenamento, que registra e armazena os dados referente à medição. 

– Dispositivo de registro óptico, constituído por câmera fotográfica ou de vídeo capaz de identificar o veículo. 

Os medidores podem ser fixos, portáteis (tipo pistola), móveis (instalados em veículos em movimento) ou estáticos (sobre suporte que pode ser deslocado de um ponto para outro). No Estado de São Paulo é o Ipem-SP que fiscaliza todos esses instrumentos e verifica se apresentam medições corretas. A verificação dos instrumentos em operação é feita uma vez ao ano (verificação periódica), ou sempre que sofrem manutenção ou transferência de local de instalação (verificação eventual). 

As verificações metrológicas são realizadas com a utilização de uma viatura oficial, dotada de medidor de velocidade de alta precisão previamente calibrado (padrão). Os ensaios são realizados em cinco velocidades diferentes. Após a passagem da viatura pelo medidor, os resultados registrados pelo seu sistema fotográfico são confrontados com os resultados obtidos pelo padrão do Ipem-SP. 

Os medidores aprovados recebem um laudo técnico com validade para um ano. Se forem reprovados, a empresa responsável pelo medidor é autuada e o equipamento é interditado. 

Vale lembrar que para as multas emitidas em função dessas medições serem legítimas, o medidor de velocidade precisa ter sido verificado e aprovado pelo Ipem-SP, e estar dentro do prazo de validade. Para saber se o medidor de velocidade está dentro da validade, acesse o Portal de Serviços do Inmetro nos Estados (PSIE). Acesse https://tinyurl.com/yas4uvds

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Fonte: Ipem-SP

Ipem-SP verifica pesos padrão e oficinas de manutenção de balanças

O Ipem-SP (Instituto de Pesos e Medidas do Estado de São Paulo), autarquia do Governo, vinculada à Secretaria da Justiça, e órgão delegado do Inmetro, realizou na quinta-feira, 29 de julho, a verificação inicial de 55 pesos padrão para balanças, na fábrica da Quanto Brasil, localizada na Vila Guilherme, região norte da capital.

Diante da pandemia do Covid-19, o Ipem-SP está com equipes de plantão para atendimento imediato de fabricantes de diversos instrumentos ligados à saúde, inclusive, na verificação de pesos padrão utilizados, inclusive, nas indústrias farmacêuticas e químicas.   

Os pesos padrão são instrumentos denominados balizadores e têm a finalidade de validar balanças e outros pesos em laboratórios.   

A verificação inicial dos pesos padrão é relevante devido ao uso desses instrumentos nas seguintes situações:   

– nos casos que necessitam de medições mais precisas, como as realizadas pelas indústrias farmacêuticas e químicas. Nestes setores, os pesos são usados como padrão referência em balanças para conferência, muitas vezes de forma diária, para verificar se as pesagens estão corretas.  

– oficinas de manutenção de balanças: os pesos são usados para verificar se o instrumento, após o devido reparo, está realizando a pesagem corretamente.   

A ação foi realizada pela equipe de fiscalização do instituto na regional norte da capital.   

Fonte: Ipem-SP

Brasil gerou 1,5 milhão de empregos formais no 1º semestre

Ao todo, segundo Caged, foram 9,5 milhões de contratações e 8,05 milhões de demissões no período. No mesmo período do ano passado, país havia fechado 1,19 milhão de vagas formais.

O Ministério do Trabalho e Previdência informou nesta quinta-feira (29) que a economia brasileira gerou 1,5 milhão de empregos com carteira assinada no primeiro semestre deste ano.

Os dados constam do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).

Ao todo, o Brasil registrou no primeiro semestre:

9.588.085 contratações;

8.051.368 demissões;

saldo positivo de 1.536.717 empregos criados.

No mesmo período do ano passado, o país havia fechado 1,19 milhão de vagas formais de trabalho.

A comparação dos números com anos anteriores a 2020, segundo analistas, não é mais adequada porque o governo mudou a metodologia do Caged no início do ano passado.

Segundo o secretário-executivo do Ministério do Trabalho e Previdência, Bruno Bianco, o Brasil criou sete novos empregos por minuto nos seis primeiros meses do ano, considerando o saldo líquido (admissões menos demissões).

“Se pegarmos só as admissões, geramos 37 empregos formais por minuto. Isso mostra a força da nossa economia. No ano de 2021, ano marcado pela pandemia, geramos por minuto, no saldo [admissões menos demissões], 7 novos empregos”, ressaltou Bianco.

Bianco era o secretário especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia. A manutenção dele como “número 2” do novo ministério foi um pedido de Paulo Guedes, ministro da Economia.

Bianco disse, ainda, que a palavra de ordem do novo ministério será “geração de oportunidade”. “Empregados formais na CLT e empregados informais em novas formas de contratação, mais simples, menos burocráticas e com segurança jurídica, para que possamos aproximar o mundo do formal do informal, e com menor custo de contratação”, resumiu.

Junho

Em junho, ainda segundo dados do Caged, o Brasil criou 309.114 mil empregos formais, resultado da diferença entre as contratações, que somaram 1.601.001, e as demissões, que totalizaram 1.291.887 no mês passado.

Os dados do Caged mostram também que os cinco setores da economia analisados criaram vagas em junho deste ano:

Serviços (125.713 postos);

Comércio (72.877 postos);

Indústria geral (50.145 postos);

Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura (38.005 postos);

Construção (22.460 postos).

As cinco regiões do país também tiveram saldo positivo em junho deste ano:

Sudeste (160.377 postos);

Nordeste (48.994 postos);

Sul (42.270 postos);

Centro-Oeste (35.378 postos);

Norte (22.064 postos).

Por fim, os 27 estados criaram mais vagas do que fecharam em junho, com destaque para São Paulo São Paulo (105.547 postos), Minas Gerais (32.818 postos) e Rio de Janeiro (16.002 postos).

Salário

Segundo os dados do Caged, o salário médio de admissão em junho foi de R$1.806,29. Comparado ao mês anterior, houve redução real (descontada a inflação) de R$ 1,59 no salário médio de admissão, uma variação em torno de -0,09%.

Já o estoque – a quantidade total de vínculos celetistas ativos – contabilizou 40.899.685 registros no mês passado.

Caged X Pnad

Os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados divulgados nesta quinta-feira (29) consideram somente os trabalhadores com carteira assinada, ou seja, não incluem os informais.

Com isso, não são comparáveis com os números do desemprego, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), coletados por meio da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Continua (Pnad).

Os números do Caged são coletados das empresas e abarcam o setor privado com carteira assinada, enquanto que os dados da Pnad são obtidos por meio de pesquisa domiciliar, e abrangem também o setor informal da economia.

Fonte: G1

Ipem-SP verifica balanças no fabricante em Cravinhos

O Ipem-SP (Instituto de Pesos e Medidas do Estado de São Paulo), autarquia do Governo, vinculada à Secretaria da Justiça, e órgão delegado do Inmetro, realizou nesta quinta-feira, 29 de julho, a verificação inicial de 40 balanças na Paletrans Equipamentos Ltda, localizada em Cravinhos, cidade situada a 297 km da capital.    

Na fábrica, a equipe do Ipem-SP realizou o Exame de Conformidade de Modelo Aprovado. Na ocasião, foi feita a verificação da conformidade do instrumento às características de construção descritas na portaria de aprovação de modelo baixada pelo Inmetro, e específica para o modelo inspecionado.    

Na sequência foram realizados os Ensaios de Medição. A balança é submetida aos ensaios de determinação de erros de medição, utilizando-se para isso padrões rastreados ao Inmetro.  

Sempre que um instrumento de medição é verificado e aprovado, recebe uma marca de verificação inicial. Recebe também uma marca de selagem, (selo de material plástico contendo o símbolo do Inmetro) objetivando garantir a inviolabilidade do instrumento.    

Em 2020, o Ipem-SP verificou no comércio 105.441 balanças, e na verificação inicial, no fabricante ou importador, 144.552, e autorizou por meio da declaração do fabricante a comercialização de 87.446.     

A ação foi realizada pela equipe de fiscalização da regional do instituto em Ribeirão Preto.  

Fonte: Ipem-SP

Ipem-SP calibra instrumentos na Transpetro em Guarulhos

O Ipem-SP (Instituto de Pesos e Medidas do Estado de São Paulo), autarquia do Governo do Estado, vinculada à Secretaria da Justiça, e órgão delegado do Inmetro, realizou calibração do instrumento medidor padrão – provador compacto móvel – instalado na Unidade Transpetro S/A. da Petrobras Transportes de Guarulhos, localizado na cidade da Região Metropolitana da capital, situada a 14 km da capital. O serviço foi executado nos dias 29 e 30 de junho.

O serviço realizado pelos especialistas do Ipem-SP, nesta unidade da Transpetro Guarulhos, se caracteriza pelo modelo de Provador (compacto móvel) em que a calibração foi realizada.

Existem basicamente três (3) tipos ou modelos de Provador a saber:

a) Provador fixo convencional (provador que compreende uma tubulação em formato de “U”), cujo tamanho/comprimento do tubo em “U” deitado, varia de acordo com o volume que esse instrumento – padrão de medição – é capaz de medir. Geralmente esses modelos são de grandes dimensões e capacidades: 200 litros, 600 litros, 750 litros, 800 litros. São equipamentos fixos e instalados dentro das Estações de Medição;

b) Provador fixo compacto (provador que se caracteriza por sua semelhança a uma seringa em aço gigante), cujo tamanho/comprimento praticamente é inalterado Esses modelos, como sua própria denominação os identifica, compacto com capacidades entre 60 a 75 litros. São equipamentos fixos e instalados dentro das Estações de Medição;

c) Provador compacto móvel (provador que se caracteriza por sua semelhança a uma seringa em aço gigante), cujo tamanho/comprimento praticamente é inalterado Esses modelos, como sua própria denominação os identifica, compacto com capacidades entre 60 a 75 litros. São equipamentos móveis, instalados sobre carretas niveladas.

Todos os provadores são equipamentos que realizam o mesmo tipo de serviço, atuam como padrões, referências de medição de volumes, durante a calibração de medidores de volume na linha de transferência de líquidos do usuário.

“O Ipem-SP realiza a calibração do padrão de calibração do usuário, ou seja calibramos o provador que é um medidor padrão.  Pela lógica da metrologia, quando calibramos um instrumento de medição, o padrão utilizado e a metodologia aplicada para a calibração deve ser de uma qualidade metrológica superior (principalmente relativo à incerteza) a do objeto a ser calibrado. O volume calibrado foi de 75 litros, com um Seraphin de 75 Litros ou 20 galões, cuja divisão da escala se encontrava em polegadas cúbicas (in3) então também foi necessário a conversão de valores para litros. Com temperatura média de operação em 16 graus Celsius e temperatura ambiental em 10 graus Celsius. Com duração de processo em 7 horas de trabalhos e 18 ensaios realizados, sendo somente as três últimas corridas válidas. O resultado da calibração foi plenamente satisfatório com uma variação de volume muito menor do que 1/3 em litros de volume

”, explica o especialista em Metrologia e Qualidade do instituto, Lourenço Laurelli.

Os provadores convencionais, são os chamados provadores “Clássicos”. Os primeiros equipamentos que surgiram para essa finalidade. São grandes e robustos. Sua aplicabilidade se destina principalmente a medição de grandes volumes, como já exposto. Esses equipamentos se utilizam de uma esfera rígida em polímetro que “empurra os volumes” a serem medidos por dentro do circuito da tubulação em “U”. Esse circuito é composto de um trajeto em dois sentidos (ida e volta) denominados “Up Stream” e “Dow Stream”, assim temos os volumes de enchimento e o de esvaziamento do provador. Dentre os modelos de provadores, este é o mais complexo e evidentemente o mais trabalhoso de se calibrar. Não raro, muitas vezes são necessários mais do que sete dias de trabalho contínuo para se obter resultados confiáveis e que se adequem as Normas da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis).

Os provadores compactos, semelhantes a grandes seringas, são os modelos de provadores modernos e que gradativamente vem a substituir os medidores convencionais.

Se compõe de uma estrutura de tubo contendo pistão/êmbolo, e que, pelo movimento desse pistão, vem a realizar pelo êmbolo o enchimento ou o esvaziamento do provocador (trajeto em dois sentidos (ida e volta) denominados “Up Stream” e “Dow Stream”.  Equipamentos desse tipo são mais precisos do que os provadores convencionais, além é claro de ocupar, ser um sexto ou um sétimo menor, ocupando assim muito menos espaço.

O provador compacto móvel tem como principal vantagem sua capacidade de deslocamento para qualquer ponto da base para a qual se deseje levá-lo para sua utilização na calibração de um medidor local.

Para uma calibração dessa natureza, além da desejável repetitividade das medições obtidas durante os ensaios e da baixa incerteza, é considerado como um sucesso quando o resultado obtido nas medições, se iguala ou consegue ser menor do que na calibração anterior.

Para se ter uma ideia do quão são críticas essas calibrações, é preciso se obter grandezas: temperatura, tempo, volume e pressão que quando combinadas, se consiga o equilíbrio adequado das mesmas durante a vazão, para obter o valor mais próximo do real do volume que se deseja calibrar.

A faixa de temperatura está limitada a uma variação de apenas (0,3 º C) três décimos de graus Celsius.

A variação aceita entre a calibração anterior e a atual, pode significar a título de exemplificação, que para o limite de volume de 75 litros, só pode variar menos do que um copinho de café (30 mL) ou seja é permitido uma variação menor do que 15 mL ou 0,015 Litros, isso corresponde a ser somente aceitáveis variações menores do que 0,02%.

Os padrões utilizados para essa calibração são as medidas de volume a conter de elevada exatidão de medição, denominadas por Seraphins. Todos os Seraphins utilizados pelas operadoras no Brasil, são calibrados no Laboratório de Volumes do Ipem-SP, já que esse laboratório é referência para volumes acreditados.

Fonte: Ipem-SP

Ipem-SP realizará verificação de radares em Bauru

O Ipem-SP (Instituto de Pesos e Medidas do Estado de São Paulo), autarquia do Governo do Estado, vinculada à Secretaria da Justiça, e órgão delegado do Inmetro, fará verificação metrológica na próxima sexta-feira, 30 de julho, a partir das 7h, nos radares instalados em Bauru, cidade situada a 300 km da capital. São eles:

– Rua Campos Sales, Q-3;

– Avenida José vitorio Dota, Q-1

– Avenida Rosa Malandrino Mondelli, Q-4

Diariamente, o Ipem-SP realiza a verificação metrológica dos radares, instrumentos utilizados para medir e registrar velocidade destinados ao monitoramento do trânsito, em todo o Estado de São Paulo. Conforme a Portaria Inmetro 544/2014, é obrigatória a verificação metrológica uma vez por ano ou toda vez que o equipamento passar por reparo.   

A verificação metrológica no radar leva de 20 minutos até uma hora. A ação envolve os fiscais do Ipem-SP e a equipe da empresa responsável pelo instrumento.   

Em caso de chuva, a verificação é cancelada. O cancelamento também pode ocorrer poucas horas antes do agendado, conforme solicitação dos agentes de trânsito ou empresa responsável pelo equipamento.   

Caso o equipamento seja aprovado, recebe um certificado válido por um ano. Quando há reprovação a empresa fabricante é notificada a corrigir o erro.   

Em caso de excesso de velocidade, para aplicação de multas, o equipamento precisa estar verificado pelo Ipem-SP.   

A ação será realizada pela equipe de fiscalização da regional do instituto em Bauru.

Interessados em acompanhar a verificação dos radares devem acionar a Assessoria de Imprensa do instituto.   

A verificação metrológica   

O radar, expressão em inglês radio detection and rangig, é um aparelho que localiza objetos a longa distância utilizando ondas eletromagnéticas. Possui antena emissora/receptora de ondas de rádio que se propagam até atingirem o alvo, retornando ao radar. A diferença de tempo de ida e de volta da onda determina a distância ou a velocidade do objeto. Portanto, nem todos os medidores de velocidade que chamamos de “radar” são radares de fato. Veja:   

Medidor por radar propriamente dito: transmite e recebe ondas contínuas na faixa de micro-ondas, propiciando a medição da velocidade do veículo alvo através do efeito Doppler.   

Medidor óptico: projeta um feixe de luz (laser) no veículo alvo, e a medição é feita pelo processamento da energia por ele refletida.   

Medidor de sensores de superfície: utiliza sensores instalados na superfície da via que detectam a passagem do veículo. A medição é feita em função do tempo de passagem do veículo entre dois sensores cuja distância entre eles é fixa e conhecida.   

Em geral, os medidores são constituídos por:   

– Dispositivo de detecção, que identifica as distâncias necessárias para o cálculo da velocidade dos veículos.   

– Dispositivo de medição, constituído por micro processador e software que capta os dados do sistema de detecção e efetua o cálculo da velocidade.   

– Dispositivo de processamento, constituído por um processador e software dedicado ao controle do sistema.   

– Dispositivo de armazenamento, que registra e armazena os dados referente à medição.  

– Dispositivo de registro óptico, constituído por câmera fotográfica ou de vídeo capaz de identificar o veículo.   

Os medidores podem ser fixos, portáteis (tipo pistola), móveis (instalados em veículos em movimento) ou estáticos (sobre suporte que pode ser deslocado de um ponto para outro). No Estado de São Paulo é o Ipem-SP que fiscaliza todos esses instrumentos e verifica se apresentam medições corretas. A verificação dos instrumentos em operação é feita uma vez ao ano (verificação periódica), ou sempre que sofrem manutenção ou transferência de local de instalação (verificação eventual).   

As verificações metrológicas são realizadas com a utilização de uma viatura oficial, dotada de medidor de velocidade de alta precisão previamente calibrado (padrão). Os ensaios são realizados em cinco velocidades diferentes. Após a passagem da viatura pelo medidor, os resultados registrados pelo seu sistema fotográfico são confrontados com os resultados obtidos pelo padrão do Ipem-SP.   

Os medidores aprovados recebem um laudo técnico com validade para um ano. Se forem reprovados, a empresa responsável pelo medidor é autuada e o equipamento é interditado.   

Vale lembrar que para as multas emitidas em função dessas medições serem legítimas, o medidor de velocidade precisa ter sido verificado e aprovado pelo Ipem-SP, e estar dentro do prazo de validade. Para saber se o medidor de velocidade está dentro da validade, acesse o Portal de Serviços do Inmetro nos Estados (PSIE). Acesse https://servicos.rbmlq.gov.br/

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Fonte: Ipem-SP

Ipem-SP verifica radar na Rodovia SP 330, em Pirassununga

O Ipem-SP (Instituto de Pesos e Medidas do Estado de São Paulo), autarquia do Governo do Estado, vinculada à Secretaria da Justiça, e órgão delegado do Inmetro, realizou verificação metrológica nesta quarta-feira, 28 de julho, no radar instalado na Rodovia SP 330, km 210, em Pirassununga, cidade situada a 208 km da capital. O instrumento foi aprovado.

Diariamente, o Ipem-SP realiza a verificação metrológica dos radares, instrumentos utilizados para medir e registrar velocidade destinados ao monitoramento do trânsito, em todo o Estado de São Paulo. Conforme a Portaria Inmetro 544/2014, é obrigatória a verificação metrológica uma vez por ano ou toda vez que o equipamento passar por reparo.   

A verificação metrológica no radar leva de 20 minutos até uma hora. A ação envolve os fiscais do Ipem-SP e a equipe da empresa responsável pelo instrumento.   

Em caso de chuva, a verificação é cancelada. O cancelamento também pode ocorrer poucas horas antes do agendado, conforme solicitação dos agentes de trânsito ou empresa responsável pelo equipamento.   

Caso o equipamento seja aprovado, recebe um certificado válido por um ano. Quando há reprovação a empresa fabricante é notificada a corrigir o erro.   

Em caso de excesso de velocidade, para aplicação de multas, o equipamento precisa estar verificado pelo Ipem-SP.   

A ação será realizada pela equipe de fiscalização da regional do instituto em São Carlos.

A verificação metrológica 

O radar, expressão em inglês radio detection and rangig, é um aparelho que localiza objetos a longa distância utilizando ondas eletromagnéticas. Possui antena emissora/receptora de ondas de rádio que se propagam até atingirem o alvo, retornando ao radar. A diferença de tempo de ida e de volta da onda determina a distância ou a velocidade do objeto. Portanto, nem todos os medidores de velocidade que chamamos de “radar” são radares de fato. Veja: 

Medidor por radar propriamente dito: transmite e recebe ondas contínuas na faixa de micro-ondas, propiciando a medição da velocidade do veículo alvo através do efeito Doppler. 

Medidor óptico: projeta um feixe de luz (laser) no veículo alvo, e a medição é feita pelo processamento da energia por ele refletida. 

Medidor de sensores de superfície: utiliza sensores instalados na superfície da via que detectam a passagem do veículo. A medição é feita em função do tempo de passagem do veículo entre dois sensores cuja distância entre eles é fixa e conhecida. 

Em geral, os medidores são constituídos por: 

– Dispositivo de detecção, que identifica as distâncias necessárias para o cálculo da velocidade dos veículos. 

– Dispositivo de medição, constituído por micro processador e software que capta os dados do sistema de detecção e efetua o cálculo da velocidade. 

– Dispositivo de processamento, constituído por um processador e software dedicado ao controle do sistema. 

– Dispositivo de armazenamento, que registra e armazena os dados referente à medição. 

– Dispositivo de registro óptico, constituído por câmera fotográfica ou de vídeo capaz de identificar o veículo. 

Os medidores podem ser fixos, portáteis (tipo pistola), móveis (instalados em veículos em movimento) ou estáticos (sobre suporte que pode ser deslocado de um ponto para outro). No Estado de São Paulo é o Ipem-SP que fiscaliza todos esses instrumentos e verifica se apresentam medições corretas. A verificação dos instrumentos em operação é feita uma vez ao ano (verificação periódica), ou sempre que sofrem manutenção ou transferência de local de instalação (verificação eventual). 

As verificações metrológicas são realizadas com a utilização de uma viatura oficial, dotada de medidor de velocidade de alta precisão previamente calibrado (padrão). Os ensaios são realizados em cinco velocidades diferentes. Após a passagem da viatura pelo medidor, os resultados registrados pelo seu sistema fotográfico são confrontados com os resultados obtidos pelo padrão do Ipem-SP. 

Os medidores aprovados recebem um laudo técnico com validade para um ano. Se forem reprovados, a empresa responsável pelo medidor é autuada e o equipamento é interditado. 

Vale lembrar que para as multas emitidas em função dessas medições serem legítimas, o medidor de velocidade precisa ter sido verificado e aprovado pelo Ipem-SP, e estar dentro do prazo de validade. Para saber se o medidor de velocidade está dentro da validade, acesse o Portal de Serviços do Inmetro nos Estados (PSIE). Acesse https://tinyurl.com/yas4uvds

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Fonte: Ipem-SP

Bolsonaro recria Ministério do Trabalho

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) recriou o Ministério do Trabalho e nomeou Onyx Lorenzoni para chefiar a pasta. A criação do Ministério do Trabalho e Previdência foi publicada na edição de hoje do DOU (Diário Oficial da União).

O ato foi assinado pelo presidente e pelo ministro da Economia, Paulo Guedes. A recriação da pasta foi feita por meio de MP (Medida Provisória).

O Ministério do Trabalho foi extinto logo no início do governo Bolsonaro (sem partido), em janeiro de 2019, junto com outros ministérios da área econômica. As pastas foram fundidas para dar origem ao superministério da Economia.

Segundo o texto publicado no DOU, a nova pasta ficará responsável pelas áreas de previdência, previdência complementar, política e diretrizes para a geração de emprego e renda e de apoio ao trabalhador, política e diretrizes para a modernização das relações de trabalho, fiscalização do trabalho, política salarial, intermediação de mão de obra, formação e desenvolvimento profissional, segurança e saúde no trabalho, regulação profissional e registro sindical.

Integram a estrutura do Ministério do Trabalho e Previdência o Conselho Curador do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) e o Conselho Deliberativo do FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador), entre outros. Conforme adiantou a colunista do UOL Carla Araújo, Guedes já havia aceitado que cederia a Onyx a gestão de recursos do FGTS e do FAT.

Além de ter sido utilizado para ajudar medidas emergenciais do governo nos últimos anos, o FGTS, que reúne o patrimônio dos trabalhadores brasileiros, tem ativos de R$ 583 bilhões. Já o FAT, que é responsável pelo pagamento do seguro-desemprego e o abono salarial, tem um orçamento de cerca de R$ 86 bilhões.

Nos governos anteriores, as gestões do FGTS e do FAT eram vinculadas ao Ministério do Trabalho, mas no governo Bolsonaro as duas áreas não estão ligadas à Secretaria Especial de Previdência e Trabalho, ou seja, não precisariam ser transferidas automaticamente para Onyx.

Reforma ministerial

Até então, Onyx era ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República. Com sua ida para o novo ministério, Luiz Eduardo Ramos assume a Secretaria-Geral. A Casa Civil, até então ocupada por Ramos, passa a ser chefiada pelo senador Ciro Nogueira (PP-PI). A nomeação de ambos para os respectivos cargos também foi publicada no DOU.

As mudanças fazem parte de uma reforma ministerial no governo. Expoente do chamado centrão, grupo de partidos rechaçado por Bolsonaro durante a campanha e que ele abraçou recentemente em meio às crescentes dificuldades políticas, Ciro Nogueira é o quarto ministro da Casa Civil do atual governo e terá como missão, nas palavras do próprio presidente, melhorar a relação com o Congresso.

O PP também é o partido do presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), que vem segurando as pressões para a abertura de um processo de impeachment contra Bolsonaro. Há mais de cem pedidos protocolados na Câmara, mas a decisão de abrir um processo depende do presidente da Casa.

Fonte: Uol

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